Provocações!

ATO REGIONAL VALE DO PARAÍBA #FORA FELICIANO SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP - 16/03 VALE DO PARAÍBA

ATO REGIONAL VALE DO PARAÍBA #FORA FELICIANO
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP – 16/03
VALE DO PARAÍBA

Não costumo responder provocações, comentários maldosos, preconceituosos. Não entro em discussões religiosas e de fundamentalistas. Mas estão tornando a questão POLÍTICA da Comissão de Direitos Humanos e Minorias em GUERRA SANTA. E hoje tive que responder um comentário em um post que fiz no facebook. Segue o que escrevi:
# Primeiro, não é opção, é orientação. Ninguém escolhe ser gay, ser hetero ou bi. A gente nasce assim, é uma condição.

# Segundo, somos atacados, vilipendiados, exorcizados, maltratados e demonizados frequentemente nos cultos, nos púlpitos, nos altares, nas missas, nas rezas. Nas imprensas religiosas, escritas e faladas, nas TVs e nas rádios religiosas.

Quando há REAÇÃO da nossa parte, novamente somos atacados, insultados, vilipendiados, exorcizados, maltratados, demonizados, ofendidos. Até apanhamos, com socos, ponta-pés, cabeçadas, com tijolos, com facas, porretes, soco inglês, etc… Essa semana aconteceu na Argentina, e os homofóbicos eram também religiosos fundamentalistas de plantão, afirmando que praticavam o ato de covardia porque o papa Francisco os abominavam, eram coisas do demônio.

Basta de Feliciano #NÃO ME REPRESENTA!

Basta de Feliciano
#NÃO ME REPRESENTA!

 

Muitas vezes, em nome do seu deus, de suas crenças, em nome do que ouvem nos púlpitos e altares, também nos matam, e matam com raiva, com muitos tiros, muitas facadas, muitas porradas, muitas tijoladas. Matam, arrancam nossos órgãos sexuais, nos humilham na morte, nos ateiam fogo, jogam-nos em valas, rios, precipícios. DIARIAMENTE um homofóbico mata um gay, ou uma lésbica, ou uma travesti, uma transexual, um bissexual. MATAM, MATAM E MATAM.

E quando reagimos, com nossas manifestações, nossas Paradas, nossos cursos, com o tremular de nossas bandeiras, CONTINUAM A NOS MATAR COM MAIS RAIVA, ÓDIO E PRECONCEITO. E FAZEM ISSO SOB A AUSÊNCIA DA LEI E COM A BENÇÃO DAS PREGAÇÕES DO FINAL DE SEMANA.

# Terceiro, tem muita gente de fé que é do bem. Nossa luta não é contra as religiões, as igrejas e seu povo de fé e do bem. Nossa luta é contra o preconceito e quem o pratica. Não deve um líder religioso mandar que uma pessoa se negue, que negue sua existência, negue suas vontades, seus desejos, seus sonhos. Não pode um líder religioso ordenar que a pessoa se anule, deixe de viver aquilo que ela é.

Quando um religioso assim o faz é como se estivesse ordenando a uma pessoa LGBT: “MORRA”… E assim, tristemente, pessoas LGBT se suicidam, porque não suportam viverem anuladas em sua essência.

Sou de formação cristã, minha família toda é, a grande maioria dos meus amigos também. Tenho certeza, que o meu Deus, que não está nem aí para minha orientação sexual, abençoa minha vida e meu casamento, que são fundamentados no AMOR, mandamento maior da vida humana.

# Quarto, retiro o termo “bisca” que usei para me referir à Joelma da banda Calypso. Tem muitas “biscas” que são dignas e não merecem esse desrespeito de serem comparadas com essa cantora.

E TENHO DITO #FORAFELICIANO!

Luiz André Moresi

CASAL DE JACAREÍ RECEBE PRÊMIO EM DIREITOS HUMANOS

Luiz André e Sergio recebem prêmio na categoria Ativismo LGBT por ser o primeiro casal gay a ter o casamento civil aprovado no Brasil.
 

Luiz André e Sergio exibem a certidão de casamento em frente ao cartório

O casal de Jacareí, Luiz André Sousa Moresi e José Sergio Sousa Moresi, foram agraciados e recebem o 10º Prêmio Arco-Íris de Direitos Humanos no dia 12 de dezembro no Teatro João Caetano, no centro da cidade do Rio de Janeiro. A honraria é concedida todos os anos pelo Grupo Arco-Íris, uma das mais antigas e importantes organizações de Direitos Humanos e Cidadania LGBT do Brasil.

O Prêmio está em sua décima edição e compõe as atividades da Parada LGBT do Rio de Janeiro. É entregue a pessoas que se destacam na defesa e promoção da cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais nas mais diversas áreas de atuação. Os militantes da ONG REVIDA de Jacareí, Luiz André e Sergio, serão homenageados na categoria Ativismo LGBT por serem o primeiro casal LGBT do Brasil a terem sua união estável convertida em casamento civil.

Para Luiz André, receber esse prêmio tem um valor especial “por ser concedido por uma instituição conceituada e respeitada no Brasil e por representar uma conquista que é conseqüência da atuação de militantes LGBT que lutam há anos pelo reconhecimento de sua plena cidadania”.

Luiz André e Sergio dedicam o prêmio aos membros da ONG REVIDA, aos militantes LGBT do Brasil e ao próprio Grupo Arco-Íris, que desempenhou papel fundamental de advocacy junto ao STF para aprovação da união estável homoafetiva, o que possibilitou a conversão em casamento civil.

União Estável e Casamento Civil

Em 5 de maio de 2011 o Supremo Tribunal Federal equiparou a união estável homoafetiva à união estável heterossexual.

Em 17 de maio de 2011, Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia, o casal Luiz André e Sergio assina o contrato de União Estável Homoafetiva.

Em 27 de junho de 2011 o juiz estadual Fernando Henrique Pinto autorizou a conversão da união estável de Luiz André e Sergio Sousa Moresi em casamento civil, o primeiro do Brasil.

Em 28 de junho de 2011, Dia Mundial do Orgulho LGBT, o casal recebe a Certidão de Casamento Civil das mãos do oficial do Cartório de Registro Civil. Cerimônia de entrega teve repercussão internacional.

Nota Oficial da ABGLT sobre a suspensão do kit educativo do projeto Escola Sem Homofobia

..:: REVIDA – ONG Reintegrando Vidas ::...

Nota Oficial da ABGLT sobre a suspensão do kit educativo do projeto Escola Sem Homofobia
25/05/2011

 

Apesar de entender que houve suspensão, e não cancelamento, do kit, até porque o material ainda não está disponível para uso nas escolas e aguarda a análise do Comitê de Publicações do Ministério da Educação, a ABGLT considera que sua suspensão representa um retrocesso no combate a um problema – a discriminação e a violência homofóbica – que macula a imagem do Brasil internacionalmente no que tange ao respeito aos direitos humanos.

Este episódio infeliz traz à tona uma tendência maléfica crescente e preocupante na sociedade brasileira. O Decreto nº 119-A, de 17 de janeiro de 1890, estabeleceu a definitiva separação entre a Igreja e o Estado, tornando o Brasil um país laico e não confessional. Um princípio básico do estado republicano está sendo ameaçado pela chantagem praticada hoje contra o governo federal pela bancada religiosa fundamentalista e seus apoiadores no Congresso Nacional. O fundamentalismo de qualquer natureza, inclusive o religioso, é um fenômeno maligno atentatório aos princípios da democracia, um retrocesso inaceitável para os direitos humanos.

Os mesmos que queimaram os homossexuais, mulheres e crentes de outras religiões na fogueira da Inquisição na idade média estão nos ceifando no Brasil da atualidade. Segundo dados do Grupo Gay da chia, a cada dois dias uma pessoa LGBT é assassinada no Brasil por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero. É preciso que sejam tomadas medidas concretas urgentes para reverter esse quadro, que é uma vergonha internacional para o Brasil.

Uma forma essencial de fazer isso é através da educação. E por este motivo o kit educativo do projeto Escola Sem Homofobia foi construído exaustivamente por especialistas, com constante acompanhamento do Ministério da Educação, e com base em dados científicos. Entre estes são os resultados de diversos estudos realizados e publicados no Brasil na última década.

A pesquisa intitulada “Juventudes e Sexualidade”, realizada pela UNESCO e publicada em 2004, foi aplicada em 241 escolas públicas e privadas em 14 capitais brasileiras. Segundo resultados da pesquisa, 39,6% dos estudantes masculinos não gostariam de ter um colega de classe homossexual, 35,2% dos pais não gostariam que seus filhos tivessem um colega de classe homossexual, e 60% dos professores afirmaram não ter conhecimento o suficiente para lidar com a questão da homossexualidade na sala de aula.

O estudo “Revelando Tramas, Descobrindo Segredos: Violência e Convivência nas Escolas”, publicado em 2009 pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, baseada em uma amostra de 10 mil estudantes e 1.500 professores(as) do Distrito Federal, e apontou que 63,1% dos entrevistados alegaram já ter visto pessoas que são (ou são tidas como) homossexuais sofrerem preconceito; mais da metade dos/das professores(as) afirmam já ter presenciado cenas discriminatórias contra homossexuais nas escolas; e 44,4% dos meninos e 15% das meninas afirmaram que não gostariam de ter colega homossexual na sala de aula.

A pesquisa “Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar” realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, e também publicada em 2009, baseou-se em uma amostra nacional de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários, e revelou que 87,3% dos entrevistados têm preconceito com relação à orientação sexual e identidade de gênero.

A Fundação Perseu Abramo publicou em 2009 a pesquisa “Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil: intolerância e respeito às diferenças sexuais”, que indicou que 92% da população reconheceram que existe preconceito contra LGBT e que 28% reconheceram e declarou o próprio preconceito contra pessoas LGBT, percentual este cinco vezes maior que o preconceito contra negros e idosos, também identificado pela Fundação.

Estas e outras pesquisas comprovam indubitavelmente que a discriminação homofóbica existe na sociedade é tem um forte reflexo nas escolas. Eis a razão e a justificativa da elaboração do kit educativo do projeto Escola Sem Homofobia.

Com a suspensão do kit, os jovens alunos e alunas das escolas públicas do Ensino Médio ficarão privados de acesso a informação privilegiada para a formação do caráter e da consciência de cidadania de uma nova geração.

Em resposta às críticas ao kit, informamos que o material foi analisado pelo Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação do Ministério da Justiça, que faz a “classificação indicativa” (a idade recomendada para assistir a um filme ou programa de televisão). Todos os vídeos do kit tiveram classificação livre, revelando inquestionavelmente as mentiras, deturpações e distorções por parte de determinados parlamentares e líderes religiosos inescrupulosos, que além de substituírem as peças do kit por outras de teor diferente com o objetivo de mobilizar a opinião pública contrária, na semana passada afirmaram que haveria cenas de sexo explícito ou de beijos lascivos nas peças audiovisuais do kit.

O kit educativo foi avaliado pelo Conselho Federal de Psicologia, pela UNESCO e pelo UNAIDS, e teve parecer favorável das três instituições. Recebeu o apoio declarado do CEDUS – Centro de Educação Sexual, da União Nacional dos Estudantes, da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, e foi objeto de uma audiência pública promovida pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, cujo parecer também foi favorável. Ainda, teve uma moção de apoio aprovada pela Conferência Nacional de Educação, da qual participaram três mil delegados e delegadas representantes de todas as regiões do país, estudantes, professores e demais profissionais da área.

Ou seja, tem-se comprovado, por diversas fontes devidamente qualificadas e respeitadas, como base em informações científicas, que o material está perfeitamente adequado para o Ensino Médio, a que se destina.

Os direitos humanos são indivisíveis e universais. Isso significa que são iguais para todas as pessoas, indiscriminadamente. Os direitos humanos de um determinado segmento da sociedade não podem, jamais, virar moeda de troca nas negociações políticas. Esperamos que a suspensão do kit não tenha acontecido por este motivo e relembramos o discurso da posse da Presidenta no qual afirmou a defesa intransigente dos direitos humanos.

Esperamos que a Presidenta Dilma mantenha o diálogo com todos os setores envolvidos neste debate e que respeite o movimento social LGBT. Da mesma forma que há parlamentares contrários à igualdade de direitos da população LGBT, há 175 nesta nova legislatura que já integraram a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, e que com certeza gostariam de ter a mesma oportunidade para se manifestarem em audiência com a Presidenta, o mais brevemente possível.

A Presidenta Dilma tem assinalado que seu governo está comprometido com a efetiva garantia da cidadania plena da população LGBT, por meio das ações afirmativas de seus ministérios. Na semana passada, na ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, a ABGLT foi recebida por 12 ministérios do Governo Dilma, onde um item comum em todas as pautas foi o cumprimento do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT. Também na semana passada, por meio de Decreto, a Presidenta convocou a 2ª Conferência Nacional LGBT. Porem, com a atitude demonstrada no dia de hoje acreditamos estar na contramão dos direitos humanos, retrocedendo nos avanços dos últimos anos. Exigimos que este governo não recue da defesa dos direitos humanos, não vacile e não sucumba diante da chantagem e do obscurantismo de uma minoria perversa de parlamentares e líderes fundamentalistas mal intencionados.

Esperamos que a Presidenta da República reconsidere sua posição de suspender o kit do projeto Escola Sem Homofobia, para restabelecer a conclusão e subsequente disponibilização do mesmo junto às escolas públicas brasileiras do ensino médio. Esperamos também que estabeleça o diálogo com técnicos e especialistas no assunto. Estamos abertos ao diálogo e esperamos que nossa disposição neste sentido seja retribuída o mais rapidamente possível, sendo recebidos em audiência pela Presidenta Dilma e pela Secretaria-Geral da Presidência da República e que a mesma reveja sua posição.


Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

25 de maio de 2011

Links para os vídeos do kit educativo do projeto Escola Sem Homofobia:

ENCONTRANDO BIANCA

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=A_0g9BEPVEA

PROBABILIDADE http://www.youtube.com/watch?v=tKFzCaD7L1U&feature=related

TORPEDO http://www.youtube.com/watch?v=hKJjOJlEw_U&feature=related

Autor / Fonte: ABGLT

Prayers for Bobby – Legendado em PORTUGUÊS

Este é um filme baseado na história verídica de um jovem homossexual, que aos 20 anos suicida-se. “Eu não posso deixar que ninguém saiba que eu não sou hétero. Isso seria tão humilhante. Meus amigos iriam me odiar, com certeza. Eles poderiam até me bater. Na minha família, já ouvi várias vezes eles falando que odeiam os gays, que Deus odeia os gays também. Isso realmente me apavora quando escuto minha família falando desse jeito, porque eles estão realmente falando de mim… Às vezes eu gostaria de desaparecer da face da Terra.” Estas palavras estão escritas no diário de Bobby Griffith, quando tinha 16 anos. A sua mãe, “Mary Griffith”, interpretada por Sigourney Weaver, a senhora dos ELIEN, sabedora da sexualidade do filho acredita”curar” o filho com base na religião e terapias, para quatro anos depois (1979) Bobby lançar-se de uma ponte. Um filme intenso, dramático, e que espelha ainda hoje a realidade de muitas e muitos jovens no mundo! Mary após a morte do filho questiona-se a si e ao fundamentalismo religioso, redime-se da sua posição homofobica tornando-se uma defensora dos direitos GLBT

ONG REVIDA lança site oficial

Já está no ar o site oficial da ONG REVIDA. Para acessar basta digitarwww.revida.org e ter acesso a todo conteúdo da ONG.

No site o internauta poderá saber da história da organização, projetos, estatuto e diretoria, bem como poderá ajudar a ONG em suas ações.

O site ainda contém album de fotos, arquivo de notícias, artigos, links, área de biblioteca com livros, cartilhas, TCC, manuais em pdf para download e a agenda de reuniões, oficinas e atividades da ONG REVIDA.

A página na internet da ong de defesa dos direitos humanos e direitos LGBT trás ainda uma enquete sobre homobofia. O internauta poderá opinar sobre se é à favor ou contra a criminalização da homofobia. Há também uma área de recados para deixar a opinião.

A atualização será feita pela própria ONG e sempre que tiver notícias, informações, fotos e artigos sobre os objetivos que norteiam o trabalho da REVIDA.

O endereço do site é www.revida.org .

Site da ONG REVIDA

Site da ONG REVIDA

ONG escolhe tema da Parada LGBT (Diário de Jacareí)

Segue matéria no Jornal Diário de Jacareí (publicada em versão online e impressa dia 26/01/2010). Clique na imagem para ver em tamanho maior.

Tema da 1ª Parada LGBT

ONG REVIDA define tema da 1ª Parada LGBT de Jacareí

Notícia no Jornal Valeparaibano

Segue matéria publicada hoje no Jornal Valeparaibano – 13/janeiro/2009

Região

Jacareí realiza primeira Parada Gay no Vale

Jacareí vai sediar a primeira Parada Gay do Vale do Paraíba. O evento, programado para o dia 27 de junho –véspera do Dia Mundial do Orgulho LGBT–, é organizado pela ONG Revida (Reintegrando Vidas), militante do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

Integrantes da ONG esperam reunir até 10.000 pessoas nesta primeira edição que, segundo eles, servirá como incentivo para a criação de paradas em outras cidades da região.

“Como o objetivo é a luta contra o preconceito, a gente espera que cada cidade possa realizar a sua [parada] futuramente”, disse o presidente da ONG Revida, Luiz André Moresi. Segundo ele, além da parada em São Paulo, outras 150 cidades do país organizaram eventos semelhantes em 2009.

No próximo dia 23, a ONG irá promover um debate com participação aberta ao público para discutir questões técnicas, como o tema do evento e o percurso da parada –preferencialmente no centro da cidade.

CONSCIENTIZAÇÃO – Segundo o presidente da ONG Revida, a ‘Parada Gay Jacareiense’ deverá repetir os lemas da Parada Gay de São Paulo pela luta contra a homofobia e a discriminação sexual.

“A parada não é uma festa. É uma forma diferente de protesto, um protesto alegre. A população GLBT sofre muito com o preconceito e o evento é uma forma de combate”, afirmou.

A prefeitura informou ontem que não recebeu qualquer comunicado ou solicitação oficial sobre o evento, mas que, assim como ocorre com qualquer outra manifestação, está disposta a receber o grupo para discutir a questão.