Quem participa, decide!

Mulheres votam em plenária

Mulheres votam em plenária


Uma possibilidade mexe comigo. Poder decidir sem precisar que outros o façam em meu nome. A democracia representativa é constitucional e muito mais presente em nossas vidas do que possamos imaginar. Contudo, sou apaixonado pela democracia participativa e incentivador costumar das ferramentas que possibilitam o exercício do poder decisório direto. Assim, afirmo que o Orçamento Participativo – OP é uma conquista sem precedentes para Jacareí e para as cidades que o implantou.

O OP é a reunião de moradores de bairros e regiões que se encontram para discutir seus problemas e apresentá-los como demandas para que o governo possa saná-las, resolvê-las. Elege delegados, que elegem conselheiros e que definem prioridades dentro daquilo que se tem como orçamento para investimento. Essa é, superficialmente aqui colocada, a dinâmica do OP atualmente em Jacareí. Está de parabéns a prefeitura, os que participaram de plenárias, os delegados e conselheiros desses nove anos de execução dessa ferramenta primordial para a consolidação democrática e do desenvolvimento da cidade.

Moradores votam em prioridades

Moradores votam em prioridades

Mas, e aí é preciso ter maturidade para entender que o que se segue não são críticas e sim propostas, é preciso avançar na condução desse mecanismo de participação. A primeira questão é dar maior poder decisório aos participantes que nas plenárias nos bairros e regiões devem não só poder fazer propostas, mas também poder votar nas prioridades daquela localidade. Devem-se criar fóruns regionais de delegados do OP para poderem acompanhar e ter melhores condições de retornar as informações para as suas bases. O Conselho do Orçamento Participativo deve ganhar caráter deliberativo e a presença de membros do governo deve ter a função de orientar, dar suporte técnico e embasar com informações as decisões. O voto deve ser exclusivo do delegado/conselheiro.

Outra questão fundamental é ampliar as formas de participação. As plenárias físicas são importantes, mas não podem ser a única possibilidade de interação. A internet deve ser usada em larga escala. Um site/home-page especial do OP deve ser criado e moradores contribuírem em formulários próprios, mediante identificação de nome e e-mail e essas propostas serem sistematizadas e levadas ao conhecimento dos delegados. OP Interativo, Cibernético, Online. Uma maior possibilidade de participação daqueles que por motivos variados não podem estar das reuniões presenciais.

Convite para plenária do OP Jovem

Convite para plenária do OP Jovem

OP Temático. É necessário inserir na dinâmica do OP as discussões temáticas de políticas públicas que vão além da apresentação de propostas de obras. E não só discussões temáticas, mas questões setoriais como juventude, criança e adolescente, idosos, mulheres, inclusão étnico racial, LGBTT, pessoas com deficiência, etc.

E por último, o OP Criança ou Infanto-juvenil, que todo o cuidado deve-se tomar para não ser apenas uma experiência pedagógica e sim um mecanismo de protagonismo de nossas crianças e adolescentes. Deve ser um OP de verdade, com relevância política e decisória.

Plenária do OP Criança em escola do município de São Paulo - 2004

Plenária do OP Criança em escola do município de São Paulo - 2004

É isso, é uma contribuição desse apaixonado pelo OP, que quer comemorar logo os 10 anos desse instrumento em Jacareí, mas que tem algumas indagações e propostas.

Luiz André Moresi é membro da executiva municipal do PT de Jacareí, foi assessor de juventude da Prefeitura de Jacareí e coordenador do OP nas subprefeituras de Cidade Ademar, Capela do Socorro e Parelheiros na cidade de São Paulo em 2003/2004.

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Na labuta diária do ser e do fazer!

Quase sempre, e isso é mais comum do que se pensa, somos obrigados a tomar decisões difíceis em nossa vida e da mesma forma, essas decisões nos trazem conseqüências indesejáveis, por melhores que tenham sido nossos posicionamentos.

E assim é feita nossa vida! Talhada na labuta diária do ser e do fazer.

Nossos caminhos são trilhados, é verdade. Direções nos são oferecidas, também é verdade. Mas é fato que nem sempre fazemos as boas escolhas, ou escolhas boas são realizadas tardiamente. Escrevo isso para dizer que preciso tomar decisões.

Mas essas decisões só me trarão tristezas, e feridas terão que ser tratadas. Esse ano tem-me sido penoso e falta-me capacidade para decidir com firmeza aquilo que angustia o que é considerado como sede das minhas emoções.

Meu coração é pulsante e teimoso. E às vezes falar com ele nas mãos é complicado. Coloca-me em posição de fragilidade eminente. Expor sentimentos e pensamentos, revelando-os com sinceridade pode levar ávidos estandartes opostos à compreensão equivocada e distante daquilo que me proponho.

Tenho sido incompreendido no que falo, nas minhas ações e acho que até em meu silêncio. Buscar a clareza do que quero é de importância impar para que possa ter a tranqüilidade da minha condição de existência.

Sou filho da esperança e mesmo que, distante das outras virtudes cristãs, fé e caridade, acredito que mereço a felicidade. Sou ser humano, passivo de erros e acertos. Sou ser vivo, e no lugar-tenência do meu âmago, carrego a certeza da alegria de que minhas decisões são minhas… e só minhas!


Cálice
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque e Gilberto Gil

Carta aberta a Marina Silva

Carta Aberta à companheira Marina Silva

Companheira Marina,

Vinte e dois anos depois de sua fundação, o Partido dos Trabalhadores, liderando uma frente de partidos e movimentos sociais, venceu eleitoralmente a perspectiva neoliberal que paralisara o país por duas décadas. Ao assumir a Presidência da República em janeiro de 2003, o governo Lula tinha diante de si duas tarefas gigantescas: retomar o crescimento e superar as marcas fundamentais que definiram os ciclos de desenvolvimento do século XX. Sabemos todos que o Brasil foi um dos países que mais cresceram durante o século XX, se considerarmos o PIB. No entanto, crescemos, sob ditaduras; crescemos, concentrando renda; e crescemos depredando os recursos naturais.

Senadora Marina Silva PT/AC

Senadora Marina Silva PT/AC

Ao longo desses quase sete anos de governo podemos afirmar que o governo Lula cumpriu o compromisso que o Partido dos Trabalhadores e o próprio candidato estabeleceram com a sociedade brasileira: retomamos o crescimento depois de duas décadas de estagnação. A retomada levantou para nós o triplo desafio para qualificar o ciclo do século XXI: desenvolver o Brasil aprofundando as conquistas democráticas; desenvolver o Brasil com distribuição de renda combatendo as criminosas desigualdades sociais e regionais; e desenvolver o Brasil incorporando a sustentabilidade socioambiental à cultura do novo ciclo.

Os dois primeiros desafios estão encaminhados: vivemos uma experiência democrática em que as instituições funcionam e se amplia a participação popular nos processos de tomada de decisão; vivemos uma dinâmica de investimento do estado no combate às desigualdades sociais e regionais que nos permite dizer ao mundo, como na recente pesquisa do IPEA, que no Brasil as camadas mais pobres da população elevam sua qualidade de vida em meio à crise mundial. O terceiro desafio não está encaminhado satisfatoriamente. O novo ciclo de desenvolvimento ainda não incorporou a dimensão da sustentabilidade socioambiental à sua cultura, ao seu comportamento. Mesmo considerando as conquistas alcançadas na formulação e condução das políticas socioambientais sob sua responsabilidade ao longo de cinco anos e meio à frente do Ministério do Meio Ambiente. Temos, portanto, aí um grande desafio a vencer para conferir uma nova qualidade à continuidade do nosso projeto. Evidentemente, é indispensável ouvir as razões de Marina Silva.

As razões de Marina Silva

Há pelo menos três razões para que ouçamos com discernimento e fraternidade o clamor em defesa da Terra – o frágil planeta que recebemos da humanidade que nos precedeu – e nos chega pela voz da companheira Marina Silva neste momento decisivo de sua trajetória.

Durante muito tempo a esquerda ouviu com uma sensibilidade menor e uma apenas discreta atenção os argumentos daqueles que puseram no centro de sua agenda, de suas angústias e esperanças, a luta pela sobrevivência do planeta. Mesmo quem examinava os argumentos, com sincera boa vontade, não deixava de sentir que havia ali, talvez, as marcas de um diagnóstico excessivo, de uma urgência artificiosa ou, quem sabe, de um viés tendencioso ou algo messiânico.

Agora, não temos mais este direito, depois do que viemos a saber, do que ficou inapelavelmente confirmado por cientistas de todo mundo, com destaque para o Relatório da ONU sobre as Mudanças Climáticas, do que é afirmado pelas consciências mais lúcidas. A causa da sustentabilidade socioambiental deve estar no centro da agenda no século XXI, configurando junto com a paz e a superação das desigualdades sociais e raciais, de gênero e de regiões, um novo paradigma de civilização.

Senadora Marina Silva - PT/SC

Senadora Marina Silva - PT/SC

Esta é a primeira razão de Marina: a sua exigência por uma opção radical que urge e que emociona a sua voz serena.

A companheira Marina há de concordar que o governo Lula é o governo da história republicana brasileira que mais fez por um programa ecológico. Não se conhece outro no qual a tensão entre desenvolvimento econômico e a preservação da natureza tenha ido ao centro de sua dinâmica. Entre suas conquistas estão a redução consistente no desmatamento da Amazônia, o alargamento inédito das áreas de preservação, a busca de alternativas econômicas para a “floresta em pé”, por meio da Lei de Florestas Públicas, o encaminhamento reconhecido internacionalmente dos compromissos relativos ao combate ao aquecimento global. Pela primeira vez na história, o Estado brasileiro começou a regular os investimentos econômicos pela lógica da sustentabilidade. A Resolução do Conselho Monetário Nacional proposta pela então Ministra Marina Silva que condiciona a liberação de recursos para empreendimentos do agronegócio nas áreas da fronteira agrícola, aos critérios de sustentabilidade socioambiental, produziu uma forte reação deste setor. Este é apenas um exemplo.

Mas estes avanços históricos são ainda insuficientes diante do novo ciclo de desenvolvimento brasileiro iniciado nessa primeira década. Mais carros, mais combustíveis, mais consumos extras e supérfluos , mais pressão sobre a Amazônia e as fronteiras agrícolas, reprodução em escala ampliada de padrões de consumo típicos de países capitalistas centrais. A agenda ecológica estará perdida se condenada a lutar apenas na resistência, caso a caso, na regulação e na contenção das vertentes mais agressivas do crescimento. O que se requer é um novo paradigma de desenvolvimento: a economia verde do século XXI. Não apenas uma contenção e regulação, mas uma reposição e uma programatização ampla dos fundamentos socioambientais do desenvolvimento brasileiro.

Esta é a segunda razão de Marina: ainda não temos este paradigma. É preciso construí-lo.

O PT foi o primeiro partido socialista brasileiro a incorporar, como contribuição inestimável da geração da qual Chico Mendes e Marina fazem parte, a temática do desenvolvimento sustentável. Provavelmente estão na extensa rede de militantes, filiados e simpatizantes do nosso partido a maior parte dos que sustentam a utopia verde. Há uma crescente sensibilidade em relação à consciência ecológica por parte das lideranças do PT. Mas ela ainda é uma agenda setorial, isto é, não vertebra, não estrutura, não orienta as suas prioridades.

Esta é a terceira razão de Marina: o PT ainda não é um ator central na construção da utopia verde que necessitamos com urgência, capaz de se traduzir num projeto político nacional, sul-americano, que responda, num horizonte visível, aos desafios de formular um novo paradigma de desenvolvimento que supere os padrões – insustentáveis – de produção e consumo que nos conduziram à grande crise ambiental em que a humanidade se debate nos dias de hoje.

Liberalismo ecológico?

Marina Silva, em frente de quadro de Chico Mendes

Marina Silva, em frente de quadro de Chico Mendes

O claro diagnóstico da comunidade científica internacional, a pressão da opinião pública internacional, a sensibilidade crescente diante dos desastres ecológicos tem feito surgir um fenômeno novo, no centro e na periferia do mundo capitalista: um liberalismo ecológico. Isto é, a formação de uma consciência e de um programa que pretende unir capitalismo e ecologia, mercado e regulação, absorvendo a consciência ecológica em um paradigma de uma humanidade ainda organizada para a produção de mercadorias. Este fenômeno não deixa de ser relevante para a causa da sustentabilidade do desenvolvimento.

No Brasil, há hoje, com todos os cálculos voltados para as eleições de 2010, um claro esforço por parte de empresários, por parte do PSDB e de setores ecológicos anti-socialistas, de abraçar uma agenda verde. Nada mais patético do que a série de filmetes, repetidos em horário nobre, por exemplo, do Banco Bradesco contando a história de Chico Mendes e das causas ecológicas da Amazônia.

Mas esse Eco-liberalismo apresenta grandes limites. O primeiro é que, centrado em uma base empresarial, terá como horizonte sempre a regulação do mercado, de sua potência agressivamente destrutiva, e não a formação de um novo paradigma que não pode estar assentado na exploração e na maximização do lucro. O segundo, e de implicações mais graves, é o que separa o grito do planeta – cuja expressão está sob nossos olhos com as catástrofes climáticas – do grito dos oprimidos, o grito da Terra e o grito dos pobres, a causa da sustentabilidade ambiental e a causa social! Isto é, na direção contrária que aponta a grande Teologia da Libertação de Leonardo Boff.

No Brasil, esta separação entre a causa ambiental e a causa social, entre a luta ecológica e movimento sindical, o Movimento dos Sem-Terra, as CEBs , os Movimentos Negros e de Mulheres e toda a rede social que organiza a luta dos pobres contra a exploração, seria uma tragédia. A luta em defesa da sustentabilidade socioambiental soma, mobiliza, sopra para além das esferas de um só partido. Ela requer grande ambiência social, um espírito novo de convergência, de horizontes e cores tão plurais como as da complexa sociedade democrática que estamos construindo. Por isso não pode ser neutra, pretender eqüidistância da luta dos que têm fome e sede de justiça!

Trazendo para o chão da política a sociedade brasileira estará posta diante da escolha: dar continuidade ao projeto que elegeu Lula por duas vezes ou interrompê-lo. E fazer dele à luz da História, como já disse alguém, apenas um breve intervalo nos quinhentos anos de mando dos senhores de escravos e seus herdeiros sociais. Vivemos numa democracia, a precária democracia que conquistamos a duras penas nos últimos trinta anos. Não vemos suas angústias e dúvidas publicamente colocadas como um escândalo, portanto. Só os sectários não percebem o que a trajetória de vida e de militância política de Marina Silva significam para a afirmação da agenda socioambiental no Brasil. E, em torno desta agenda, o debate incontornável para desafiar a imaginação da sociedade na busca da qualificação do novo paradigma de desenvolvimento que desejamos para o país e para o planeta.

Os setores sociais e políticos que desejam interromper o processo que inauguramos com os dois mandatos do Presidente Lula, desejam encontrar um lugar na disputa dos rumos do país, contando com uma voz respeitada no Brasil e no mundo quando se trata das questões ambientais. Uma voz com credibilidade. Por uma razão muito simples: a mensagem de Marina Silva é a vida de Marina Silva. Essa voz serena e lúcida, ancorada numa vida militante identificada com o impulso dos mesmos movimentos sociais que deram berço ao PT, à CUT, ao CNS, ao MST : aqui reside sua força e não em outro lugar. São estes movimentos e outros tantos disseminados nessa fabulosa rede que anima as lutas populares em todos os recantos do país, que vêm mudando a face do Brasil – ainda que de maneira insuficiente – nos últimos trinta anos.

Ouvir a voz de Marina Silva e debater com ela

Marina Silva conversa com presidente Lula

Marina Silva conversa com presidente Lula

As esquerdas têm o dever de ouvir a voz de Marina Silva. As razões de Marina Silva. Ela, que já deu tanto à nossa geração, receba, agora, por todos os lados, a nossa mão estendida. As mãos que teceram ao longo de três décadas a rede de sonhos e esperanças que nos mobilizou a todos; a capacidade de organizar nossa ação na base da sociedade para reivindicar direitos sociais por meio da CUT; levantar bandeiras ambientais como nos “empates” liderados por Chico Mendes para deter a voracidade dos desmatadores da Amazônia; ou para formular e conduzir políticas públicas de desenvolvimento sustentável no Ministério do Meio Ambiente, liderados por ela. Nós que já sonhamos tanto por uma sociedade de harmonias, livre das opressões, precisamos também saber compor com as harmonias da Terra.

Que o programa de governo a ser apresentado pelas forças políticas que defendem a continuidade do processo inaugurado com o governo do Presidente Lula incorpore a dimensão da sustentabilidade socioambiental à cultura do novo ciclo de desenvolvimento. E estabeleça, explorando até o limite das nossas consciências e criatividades, um novo paradigma que supere o padrão de produção e consumo definido pelo capitalismo liberal.

Que o próximo Congresso Nacional do PT marcado para fevereiro de 2010 – nos trinta anos da nossa fundação – leve o nome do companheiro Chico Mendes como forma de trazer para o centro do debate das esquerdas a centralidade da agenda que ele prefigurou com sua vida e sua militância e selou com sua morte, projetando o Brasil na liderança mundial por um novo paradigma de civilização no século XXI.

Brasília, 15 de agosto de 2009.

Juarez Guimarães – professor UFMG
Hamilton Pereira – Conselheiro da Fundação Perseu Abramo
José Eduardo Cardozo – deputado federal PT – SP
Paulo Teixeira – deputado federal PT – SP
Henrique Fontana – deputado federal PT – RS
Pepe Vargas – deputado federal PT – RS
Arlete Sampaio – DN – PT
Carlos Henrique Árabe – Executiva Nacional PT
Elói Pietá – DN – PT
Joaquim Soriano – DN – PT
Gilmar Machado – deputado federal PT-MG
Francisco Praciano – deputado federal PT-AM
Eudes Xavier – deputado federal PT – CE
Dr. Rosinha – deputado federal PT – PR
Raul Pont – deputado estadual PT-RS
Ronaldo Zulke – deputado estadual PT – RS
Daniel Bordignon – deputado estadual PT – RS
Janete Pietá – deputada federal PT – SP
Jorge Bittar – secretário de Habitação da prefeitura do Rio
Alessandro Molon – deputado estadual
Jorge Mario – prefeito de Teresópolis
Marcello Zelão – prefeito de Silva Jardim
Beto Bastos – suplente do Diretório Nacional do PT
Luiz André de REzende Moresi – Secretário de Finanças – DM PT Jacareí-SP
Alberes Lima – Presidente do DM PT Rio
Inês Pandeló – deputada estadual
Cristina Dorigo – secretária de mulheres PT-RJ
André Victor Singer – professor da USP
Arquimedes Diógenes Ciloni – ex-reitor da Universidade Federal de Uberlândia;
Ricardo Duarte – ex-deputado estadual – MG.
Artur Scavone – PT – SP
Márcio Pessatti – DR-PT/PR
Eduardo Bastos – músico, PT Rio
Bruno Moreno – OAB jovem, PT Volta Redonda
Naide Marinho – Diretora da CAARJ e do sindicato dos advogados
Jurandyr Mello – assessor parlamentar, PT Rio
Tadeu Alves – executiva municipal do PT Rio
Danielle São Bento – professora, PT Rio
Ana Maria Ribeiro – CAED PT-RJ
Zé Américo – vereador PT Silva Jardim
Clenilson Belo – DM PT Angra dos Reis
Paulo Sérgio – DM PT São João de Meriti
Daniel Angelim – historiador, PT Niterói
Juarez Magalhães – Comitê de Integração da Bacia do Rio Paraíba do Sul – PT Barra Mansa
Dr. Ilson Peixoto – vereador PT Angra dos Reis
Roosevelt Rui – bancário, PT Rio
Murilo Silva – diretor do Sindicato dos Bancários
Thiara Nascimento – diretora da CUT
Sergio Gianetto – presidente do Sindicato dos Portuários
Roberto Ponciano – diretor da CUT
Afonso Celso – diretor do Sinpro
Sergio Amorim – diretor da CONTRAF
Beatriz Selles – médica, PT Niterói
Valeska Antunes – médica, PT Rio
Maria Alicia Castells – médica, PT Rio
Rodrigo Pacheco “Maranhão” – médico, PT Rio
Rodrigo Mathias – jornalista, PT Teresópolis
Bianca Lessa – assistente social, PT Rio
Bruno Linhares – presidente da CENACOC, PT Rio
Celso Caseiro – executiva estadual do PT-RJ
Regina Toscano – DZ PT Laranjeiras
Carlos Ferreira – vereador PT Nova Iguaçu
Jorge Florêncio – presidente do PT São João de Meriti
Geraldo Luiz – vereador PT São João de Meriti
Fidélis – vereador PT Belford Roxo
Sergio Rosa – setorial de Tecnologia da Informação PT-RJ
Serginho da Rádio – Rádio Comunitária do Jacarezinho
Mozart Chalfoun – professor, PT Rio
Damião Linhares – DZ PT Ilha do Governador
Cabeça – DZ PT Cidade de Deus
Jurandir – PT Nova Iguaçu
Zé Afonso – presidente do PT Barra Mansa
Bill – PT Barra Mansa
Viviane Maciel – bióloga, PT Teresópolis
Ary Morais – secretário de desenvolvimento social e economia solidária da prefeitura de Teresópolis
Nilo Sérgio – vice-presidente PT Teresópolis
Norma Suely – Secretária de Direitos da Mulher da prefeitura de Teresópolis
Ary Pascoal – arquiteto, PT Teresópolis
Marcello Escobar – Receita Federal, PT Teresópolis
Marisa Mello – Historiadora, PT Niterói
Miguel Papi – publicitário, PT Rio
Rildo – DZ PT Maré
Leandra Barros – jornalista, PT Niterói
Roberto Lara – vice-presidente PT Silva Jardim
Irene Lopes – psicóloga, PT Rio
Inni Vargas – jornalista, PT Niterói
Sheila Castro – socióloga, PT Rio
Paulo Santos – geógrafo e educador popular, PT Rio
Ademir Enfermeiro – vereador PT Teresópolis
Rosa Helena – Executiva municipal do PT Teresópolis
Tulio Franco – sanitarista e professor da UFF, PT Niterói
Pablo Meneses – pastoral de juventude, PT Rio
Julio Mendes – DCE PUC, PT Rio
Denise Lobato: Secretária de Governo da Prefeitura de Teresópolis
Leonardo Reis: DM PT Niterói
Pedro Troyack: DM PT Petrópolis
Leo: Presidente DM-PT Araruama
Marcelo Cabelereiro: Vereador PT Barra Mansa
José Octávio Câmara Fernandes: PT Arraial do Cabo
Mauro Lima – PT Volta Redonda
Valéria Cristina Gomes – Jornalista, PT de Nova Friburgo
Carmem Helena Ferreira Leite – PT Guapimirim
Luiz Antônio Carvalho (Luizão): Assessoria do Ministério do Meio-ambiente
Og Barbosa – diretor do SISEJUFE-RJ
Marcelo Puertas – setorial de meio ambiente, PT Macaé
Vera Barradas – ex-diretora do SINTUFRJ
Eduardo Godinho – DM PT Angra dos Reis
Marlos Luiz de Araújo Costa: vereador PT São Gonçalo
Marcelo de Oliveira Santos – PT Saquarema
Bruno Falci – estudante, PT Rio
Amanda Mendonça – socióloga, PT Rio
Marcelo Rodrigues – sindicato dos bancários, PT Rio
Michele Chagas – professora, PT Rio
Camilla Barroso – diretora da UEE-RJ
Carla Liana – historiadora, PT Rio
Marco Tulio Paolino – diretor do SEPE
Vinicius Machado – DCE PUC
Antonio Carlos Buzzato “Tonico” – assessor parlamentar
Rodrigo Almeida – pedagogo, PT Belford Roxo
Fernando Linhares – professor, PT Niterói
Gustavo Felinto – nutricionista
Helder Rodrigues – servidor da justiça do estado, PT Rio
Erika Gloria – Pastoral de Favelas, PT Rio
Giselle Soares – bancária, PT Rio
Vinicius Costa – DCE PUC
Talita San Thiago – DCE PUC
Marcelo Peixoto – advogado, PT Niterói
Fabricio Cazalari – DCE PUC
Eduardo Santa Helena – diretor de administração e finanças CPRM
Maria Náustria Albuquerque – núcleo dos petroleiros, PT Rio
João Luís da Silva – Movimento Fé e Política, PT Barra do Piraí
Maria Eduarda Quiroga – Marcha Mundial das Mulheres
Fernando Augusto Bastos da Conceição: vice-prefeito de Silva Jardim
Bernardo Cotrim – Executiva Estadual do PT-RJ
Vogner Moreira – PT Macaé
Angélica Chaves – advogada, PT Macaé
João Soares Orban – secretário de habitação da prefeitura de Petrópolis
Eduardo Alves Melo – médico, PT Rio
Mario Wendel Abramo
Matheus Bandeira – JPT/PB
Regina Maria Bueno de Azevedo (Pesquisadora do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo – IPT/ SP)
Roberto Morimoto, médico
Ros Mari Zenha (Geógrafa, pesquisadora e docente do IPT)
Sandra Schneider – DM PT Niterói
Robson Leite – educador popular, PT Rio
Antonio Carlos Carvalho “Carlinhos” – ex-presidente da CUT-RJ
Rafael “Broz” – DCE PUC, PT Rio
Carol Petterli – DCE PUC, PT Rio
Daniel Gaspar – diretor da UNE, PT-Rio
Clarissa Cunha – secretária geral da UEE-RJ
Marcela Baptista – juventude do PT
Ian Angeli – ex-diretor da UEE-RJ
Marcello Azevedo – diretor da CUT-RJ
Neuza Luzia – vice-presidente da CUT-RJ
Marcia Bauer – assessora do SISEJUFE
Valter Nogueira – diretor do SISEJUFE
Rodrigo Oliveira – secretário de saúde da prefeitura de Silva Jardim
Luanda Lima – juventude do PT
André Marinho – diretor do SINPRO
Luiza Rocha – núcleo PT Leopoldina
Paulo Bastos – professor, PT Rio
Sávio Costa – PT – BA